Ele vem e penetra a epiderme
Eu cedo, com-preendo, me dou
Arrisco, vivo, quebro a perna mais uma vez
Me sangro e visito a razão
Ela não me recebe, não cruza com a emoção, minha
Retorno com a esperança de um dia entender
Eu sigo levando um coração sadio
Eu volto levando um coração dormente
À espera da chuva eu canto e desencanto
Resisto levando um coração
Nenhum comentário:
Postar um comentário