No caminho desertante ela vai com
sua capa de couro, seu martelo justiçeiro e sua estrela.
São desafios quase dilacerantes,
um minuto e tudo muda. É posta à prova a cada pôr do sol.
O trajeto é intenso, suado, meio
agridoce! Um lamento e nada mais. Um agradecimento.
Ela calça suas polainas de longa
data e corre ao encontro do universo. Um abraço é o suficiente.
Dona Korrandina vai aos campos de
batalha certa de sua vitória, não pode parar, não pode!
Ela vai até o fim!
"até o caroço!", nega!
ResponderExcluiraqui tá lindo hein!...
bjo e falta.